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Hamburgueria com temática dos anos 50 fatura R$ 10 milhões por ano

O Zé do Hamburger já tem duas unidades em São Paulo e pretende lançar food truck

 

Trabalhar por vários anos no ramo alimentício plantou em José Rodolfo a vontade de abrir um negócio próprio no setor. Ele, no entanto, não sabia exatamente que tipo de restaurante gostaria de abrir e não tinha o capital necessário para fazê-lo.

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Lanchonete se destaca por lanches e decoração original (Foto: Divulgação)

O aspirante a empreendedor acabou encontrando as respostas para seus problemas na igreja evangélica que frequentava, em 2007. Foi lá que José conheceu Celso Ribeiro, empreendedor que tinha um dinheiro guardado e procurava oportunidades para investir. Celso propôs ao colega que abrissem um restaurante juntos. A ideia foi amadurecendo até se tornar a lanchonete Zé do Hamburger.

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A hamburgueria foi inaugurada no bairro de Perdizes, em São Paulo, em 2008. Além dos lanches originais, criados pelos empreendedores, o local chamou a atenção do público por ter como tema os anos 50. A decoração da lanchonete conta com vários itens derivados da década e ícones da cultura pop americana como o astro James Dean.

Próxima fase

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Bruno Kobayashi foi chamado para ajudar na reestruturação e fortalecimento da marca (Foto: Divulgação)

O sucesso do Zé do Hamburger foi tanto que, em 2010, José e Celso abriram uma segunda unidade da lanchonete, também no bairro de Perdizes. Em 2012, a dupla chamou outro amigo da igreja, Bruno Kobayashi, para cuidar da gestão da hamburgueria.

 
Bruno antes tinha um plano de carreira na Sony, mas não resistiu à tentação de investir tempo e energia no empreendedorismo. “O Zé do Hamburger era um negócio familiar e acabou crescendo bastante. O José e o Celso me chamaram para ajudá-los na gestão do negócio, pois queriam crescer de forma estruturada. Muitas vezes quem faz sucesso perde o foco do negócio para manter uma margem de lucro maior e eles não queriam que isso acontecesse com a hamburgueria”, afirma Bruno.

 
O primeiro passo de Bruno foi realizar treinamentos com todos os funcionários, de forma a fortalecer o nome e a importância da marca internamente. A iniciativa resultou em uma considerável melhora no atendimento, além do envolvimento da equipe com a empresa, que era um dos principais objetivos do gestor. Ele também reforçou os laços com parceiros e fornecedores e criou reuniões quinzenais com José e os gerentes das unidades. “Os encontros facilitaram a comunicação interna, diminuindo as chances de ocorrerem possíveis conflitos”, diz.

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A reestruturação interna mostrou resultados: em 2014, o faturamento da marca foi de R$ 10 milhões. A expectativa é que em 2015 esse número seja de R$ 13 milhões. Atualmente, os empreendedores estão desenvolvendo o primeiro food truck do Zé do Hamburger, que deve começar sua operação em setembro deste ano. “A nossa ideia é participar de eventos e feirinhas”, afirma Bruno.

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O modelo de negócio em rodas é atrativo para a empresa principalmente pelo fato de precisar de pouca gente – três pessoas são o suficiente para dar conta da clientela. O food truck também servirá como teste para o possível início de um programa de franquias do Zé do Hamburger. Desde a abertura do negócio, em 2008, os empreendedores recebem um grande número de propostas e pedidos de pessoas interessadas em se tornarem franqueados da hamburgueria.

 
Bruno, José e Celso estão cuidando do desenvolvimento do truck e da estruturação da operação, no entanto, uma vez que estiver tudo em ordem, eles atuarão como supervisores, deixando a gestão a cargo de uma parceira. “Esse será o nosso primeiro teste para ver como funciona nas mãos de outra pessoa. Somos realistas… e também esperançosos”, afirma Bruno.

A segunda unidade da lanchonete foi aberta em 2010 (Foto: Divulgação)

A segunda unidade da lanchonete foi aberta em 2010 (Foto: Divulgação)

Bruno, José e Celso estão cuidando do desenvolvimento do truck e da estruturação da operação, no entanto, uma vez que estiver tudo em ordem, eles atuarão como supervisores, deixando a gestão a cargo de uma parceira. “Esse será o nosso primeiro teste para ver como funciona nas mãos de outra pessoa. Somos realistas… e também esperançosos”, afirma Bruno.

Fonte: Fabiano Candido com Isabela Moreira/PEGN

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