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Vinho ajuda na prevenção da perda de Memória!

Pesquisa americana afirma que o vinho pode ajudar

na prevenção da perda de memória e humor.

 

 

 

Mais uma boa notícia para os amantes do Vinho tinto: uma nova pesquisa americana sugere que um de seus componentes pode ajudar na prevenção da perda de memória e humor ocorrida pela idade. As informações são do IFL Science.

 

Cientistas da Universidade do Texas A&M usaram dois grupos de ratos para testar os efeitos do resveratrol, um polifenol que pode ser encontrado principalmente nas sementes de uvas, na película das uvas pretas e no Vinho tinto. E os resultados revelam a possibilidade de que o tratamento de pessoas de meia-idade, com este composto, poderá ajudar a melhorar a memória e o humor na velhice.

 

Desde as primeiras descobertas sobre tais benefícios do Vinho, os cientistas começaram a se questionar se ele poderia neutralizar a falha de memória. Assim, estudam dois grupos de ratos de meia-idade – um que recebe placebo, outro, o resveratrol – e os resultados mostram que, dois meses depois, as habilidades de memória e aprendizado cresceram entre aqueles do grupo controlado. Ademais, estes ratos experimentaram o dobro da taxa de crescimento e desenvolvimento de células no hipocampo. Não só isso, mas a formação de vasos sanguíneos na região também aumentou, e morte celular e inflamação diminuiu.

 

Os estudos demonstram que o tratamento com resveratrol na meia-idade pode ajudar nas funções de humor e memória durante a velhice.afirma o líder da pesquisa Ashok Shetty.

O resveratrol pode ajudar a melhorar a memória, de acordo com um novo estudo publicado pela revista Journal of Neuroscience. A pesquisa revela que pessoas que consomem suplementos à base do antioxidante encontrado no Vinho possuem uma memória maior e melhor de curto prazo. Podem ajudar também a prevenir problemas cognitivos em pessoas idosas. E aumenta as conexões cerebrais, dando uma ajudinha extra na concentração.

 

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Conduzido por pesquisadores da Charité University, em Berlim, o estudo analisou os efeitos do resveratrol em 46 voluntários com sobrepeso.  “O estudo é o primeiro a mostrar uma ligação entre o composto de Vinho tinto e a memória dos adultos com sobrepeso”, afirmou a pesquisadora Verônica Witte.

 

Antes do início da pesquisa e depois de seis meses de realização, os participantes passaram por um teste de memória, fizeram exame de sangue e tiveram seus cérebros escaneados. No estudo, metade dos voluntários recebeu uma dose de 200 mg de resveratrol por dia e a outra metade recebeu um placebo. Aqueles que ingeriram o antioxidante apresentaram uma melhor memória de curto prazo e também houve um aumento nas conexões do cérebro com as áreas responsáveis pela memória.

 

Os exames de sangue dos voluntários que consumiram mais resveratrol, por sua vez, mostraram que houve uma redução do nível de açúcar no sangue, o que sugere que o metabolismo do açúcar pode estar ligado às conectividades do cérebro e à memória.

 

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A explicação mais provável para isso, conforme o Prof. Manuel Paula-Barbosa, da Universidade do Porto, em Portugal, é que os polifenóis do Vinho, por sua potente ação anti-oxidante, protegem os neurônios – células do cérebro e sistema nervoso – dos efeitos danosos do álcool.

 

Exatamente a mesma opinião que o Prof. Manuel Paula-Barbosa tem a Drª. Agnes Simonyi e colegas do Departamento de Bioquímica e Farmacologia da Universidade de Missouri, que lá realizaram estudos semelhantes.

 

Já em 1997 o Prof. Jean-Marc Orgogozo, da Universidade de Bordaux, França, constatou em estudo que as pessoas que bebem 250 a 500 ml de vinho por dia, nas refeições, têm 75% menos chance de desenvolver a Doença de Alzheimer. A esse estudo seguiram-se muitos outros que encontraram sempre um efeito neuro-protetor para vários tipos de demência em indivíduos que têm o hábito regular de beber Vinho.

 

O Dr. Tredici e colegas da Universidade de Milão, Itália, também constataram que quem bebe Vinho regularmente ativa uma enzima chamada Mapquinase que tem ação protetora para os neurônios e ativa as sinapses no hipocampo. Trabalho feito na Itália e publicado na Nature mostrou que o hábito de degustar Vinhos – avaliar aromas, gosto e retrogosto – estimula e desenvolve a memória.

 

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Bacco, com seu divino saber, dotou o Vinho de propriedades que preservam e estimulam a memória possivelmente para usufruirmos por mais tempo os bons momentos da vida e os prazeres do Vinho. Mas isso só acontece se ele for bebido regular e moderadamente, junto com as refeições e quando não houver contra-indicações.

 

Um estudo publicado na revista cientifica Journal of Alzheimer’s Disease mostra que o consumo moderado de Vinho ajuda na memória e na capacidade mental, pesquisa feita por médicos do Hospital Clinico de Barcelona. Foram investigadas 447 pessoas, com idades entre 55 e 80 anos, que consumiam esses produtos em sua dieta habitual, em quantidades moderadas.

 

 

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O resultado mostrou que duas taças de Vinho melhoram as funções cognitivas, e ajudam a proteger contra o mal de Alzheimer e males cognitivos decorrentes da idade. Além disso, pesquisas anteriores já demonstraram que a mesma substância é boa para os olhos e para a pele, prevenindo a perda da visão e as rugas.

 

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