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Ogrostronomia, a verdade sobre a culinária dos OGROS

Cozinhar é pra ser divertido, enriquecedor, é pra agregar e trazer de volta à mesa, ao nosso redor, a família e amigos. É pra isso que a gente cozinha.



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OGROSTRONOMIA

1. Conceito
Mostrar que cozinha (gastronomia) independente do conhecimento é uma prática simples que pode ser realizada por qualquer pessoa. A representação do Ogro demonstra que pré-conceitos podem e devem ser superadas.

 

2. O que é Ogrostronomia?
Ogrostronomia é mostrar que não existe uma fórmula certa para se fazer comida. A personalidade de cada um já representa um fator determinante para que pratos que inicialmente possam parecer iguais saiam completamente diferentes. (temos como exemplo os diferentes perfis de ogros no nosso programa).

 

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3. Porquê Ogrostronomia?
Algumas das frases que mais ouvimos hoje em dia é: “Eu não sei cozinhar!” “Eu sou um desastre na cozinha!” “Eu não levo o mínimo jeito!” Mentira! Preguiça! Se hoje na internet, abrindo um site qualquer, você aprende a fazer uma bomba de C4 digna de qualquer episódio de Jack Bauer, não é possível que você não consiga fazer um prato decente.

 

Pois bem. Ogrostronomia é um pouco disto. São quatro Ogros com diferentes gostos, diferentes formações e algumas paixões em comum: Mulher, Rock n’ Roll, Álcool e comida.

 

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Não pense que você vai encontrar alguma coerência entre os gostos e preferências dos quatro Ogros. Cada um segue sua linha na cozinha, porém o mais importante do Programa Ogrostronomia é mostrar que se nós fazemos qualquer pessoa pode fazer!

 

Esta é a nossa proposta, mostrar diferentes caminhos e soluções culinárias, proporcionando o prazer e diversão de qualquer pessoa que queira mergulhar nesta saborosa aventura que é cozinhar.

 

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Cozinhar, sem perder o sabor e tão pouco a paciência, mas do jeito ogro de ser”. Foi pesando dessa maneira que os amigos Jimmy McManis, Ricardo Boris Henningsen, Guto Senra e Marcelo Neves se juntaram há quase dois anos para criar a Ogrostronomia. Apaixonados por cerveja, rock and roll e gastronomia, mas sem trabalhar na área, os cinco querem mostrar diferentes caminhos e soluções culinárias, proporcionando prazer e diversão a qualquer pessoa que queira mergulhar nesta saborosa aventura que é cozinhar.

 

Temos personalidades diferentes, gostos diferentes e seguimos linhas diferentes na cozinha, mas concordamos que não existe fórmula certa para se fazer comida”, conta o publicitário Guto. E o designer Jimmy faz coro: “É possível sim preparar qualquer coisa, em qualquer lugar, com um mínimo de técnica”.

 

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E não é a toa que as “aulas”, disponíveis em vídeos na internet, são todas feitas nos lugares mais inesperados, como varandas, churrasqueiras, e mini-cozinhas. (Sim. Mini-cozinhas porque os Ogros são espaçosos). Tudo temperado com muito humor e com a delicadeza que só os ogros têm. “Queremos demonstrar que cozinhar não é tão complicado quanto as pessoas pensam, além de ser um ótimo motivo para juntar os amigos para bons momentos ao redor das receitas”, explica Marcelo, que trabalha como advogado.

 

Nos vídeos, o quinteto ensina todos os passos para a preparação de um prato (até mesmo os mais sofisticados, como o tradicional cassoulet francês) até sua finalização, deixando qualquer René Redzepi impressionado.

 

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Há mais ou menos de um ano, o quinteto passou a organizar almoços e jantares temáticos em restaurantes de amigos no Rio. Todos abertos para o público e para a felicidade do grupo, que sonha em montar seu próprio BistrOgro. “Hoje, estamos produzindo gastronomia de verdade e de forma plena. O volume de vídeos que gravamos diminuiu, mas, em compensação, estamos vivenciando a coisa toda de cozinhar para mais pessoas do que nós mesmos, colocando à prova tudo o que pregamos desde o começo do projeto”, festeja o produtor Boris.

 

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Apesar do pouco tempo de existência da Ogrostronomia, seus Ogros já estão conquistando espaço – e, por que não dizer fãs. Em apenas seis meses, o canal oficial do projeto no Youtube teve mais de 300 mil acessos. E seus integrantes até já são conhecidos nas ruas. “Queremos ainda lançar livro de receitas ogras”, adianta Boris, produtor no dia-a-dia.

 

Os ogros sugerem que todos acompanhem sempre o projeto pelos canais de comunicação e pelas mídias sociais, “teremos sempre novidades, chefs convidados, novas receitas e muitas outras coisas o tempo todo”, avisa Jimmy.

 

Conheça os OGROS

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Ricardo Augusto Boris Henningsen (hã?) ou Boris Henningsen

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Aprendeu a falar dentro de renomados restaurantes, como Antiquárius, Le Bec Fin, Monte Carlo e outros famosos no Rio de Janeiro. Acompanhando o pai, que também era um fã da boa gastronomia, o menino fazia amizade com garçons, mâitres e bartenders, tinha livre acesso a cozinha e bares dos mesmos. Seus primeiros contatos imediatos com o fogão foram por volta dos 20 anos, quando foi morar sozinho na Espanha, onde, muitas vezes, só tinha raspas, restos, um fogão e uma panela.

 

Nesses dois videos abaixo temos o perfil do Boris, o primeiro obviamente uma das 342 tentativas frustradas de gravação e o 2º onde finalmente ele conseguiu se explicar.

 

Quem é o Boris

 

 

Quem é o ….xiiiiiiiii

Por volta de 1996, foragido do mercado financeiro, encarou o desafio de reorganizar um restaurante e churrascaria com quase 80 empregados e que ocupava praticamente um quarteirão inteiro no longínquo Jacarepaguá.Com 1,96m e sempre pesando três dígitos, foi obrigado a lidar com a realidade da hipertensão, colesterol e triglicerídeos estratosféricos. Por isso, teve que optar por viver se entupindo de drogas lícitas ou reaprender o que e como comer. Assim, entrou de cabeça na “alimentação funcional” e conseguiu “resetar” todos os índices, mas sem perder o sabor e a força de uma autêntica comida de ogro.

 

 

Carlos Augusto Alexandre Senra ou Guto Senra

 

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Com 35 anos e cerca de 130kg, este jogador de rugby e ébrio, é um voraz consumidor de carne vermelha. Isto já diz um pouco sobre este membro do Ogrostronomia, já que isso é um detalhe que o coloca no grupo.

 

 

Quem é o Guto

 

 

Quem é o xiiiiiiiii

Guto Senra não é profundo conhecedor da alta culinária, mas aprecia as boas coisas que estão à mesa, principalmente se foi ele quem preparou. Nascido em Volta Redonda e criado em berço de donos de armazéns e bares, está acostumado com a fartura e tem disposição de consumir em larga escala.

 

Aprendeu na observação e nas sucessivas tentativas de se preparar determinados pratos. Acredita que cada um pode proporcionar seu próprio sustento à mesa, mesmo na maior adversidade entre a geladeira e a dispensa.

 

 

 Jimmy McManis ou Ogro Jimmy

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Apaixonado por comida desde a primeira mamadeira, com apenas um mês de vida degustou o primeiro mingau e experimentou o cheeseburger com 1 ano. Mas foi aos 12, quando ficou mais alto que a mãe, que conseguiu ver o que ela e a cozinheira faziam.Passou a vida comendo e fazendo os outros comerem até que, um dia, resolveu levar a brincadeira a sério. Leu tudo de gastronomia que viu pela frente, fez vários cursos e comprou tudo que achou que precisava ter em casa pra fazer qualquer tipo de comida.

 

 

Quem é o Jimmy

 

 

Quem é o …xiiiiiiiii

Preza pela qualidade, pelas lendas e histórias dos pratos e até mesmo pela física e química dos processos que acontecem no fogão.

 

 

Marcelo Neves

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Talvez seja o menos glutão dos ogros, mas não se engane. Marcelo, chamado de Neves pelos amigos, é garfo para todo prato! Sua predileção por comidas apimentadas assusta a maioria das pessoas, levando a rotineiros pedidos para que “pegue leve” na hora de temperar seus pratos. Tenha cuidado ao se deparar com o chilli ou curry preparado por ele.

 

Seu interesse pela culinária começou em 1998 quando foi morar nos Estados Unidos para fazer sua especialização em propriedade industrial. Desde então, é um voraz consumidor de livros, programas e tudo relacionado a gastronomia.

 

Existe, porém, um lado sadicamente perverso na personalidade deste ogro!

 

 

 

 

Amante da fotografia, bom fotógrafo de pratos apetitosos, faz uso do seu arquivo pessoal para, cruelmente, provocar seus amigos na hora do almoço ao compartilhar suas fotos. Suspeita-se que o faz propositalmente para ver a reação dos amigos.’

 

 

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Muita tequila “en Mexico”

Ogros em “Mata o peixe?” –  Sashimi

 

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Legenda para entrevista:

PO – Pergunta para Ogrostronomia (os 4 Ogros)
PI – Pergunta Individual (para cada Ogro)

 

PO – Qual a essência do Ogrostronomia? Todos são chefs de cozinha?
A essência é provar que se um Ogro cozinha bem, qualquer um pode cozinhar também. Além disso acreditamos que não existe melhor lugar no mundo para agregar gente querida e fazer amigos do que uma mesa com boa comida e boa bebida. Aliás, se pararmos pra pensar em volta de uma mesa acontecem as coisas mais importantes da humanidade. Desde um simples pedido de casamento ou fechamento de um negócio, até grandes alianças internacionais, isso sem falar na Távola Redonda.

 

Todos cozinham, Jimmy largou a carreira de designer e hoje vive só de cozinha, essa decisão acabou rendendo um quadro no programa Mais Você. Neves além de advogado graduou-se como chef executivo no Senac além de diversas especializações na mesma instituição sendo a úlitma de Sommelier de vinhos. Boris tem o hábito de preparar a comida do dia a dia em sua casa e por questões de saúde concilia comida saudável com tempero e personalidade. Também ja foi proprietário de um Pub e de um restaurante. Guto é mais intuitivo na cozinha, além de publicitário e Rugbier está sempre pilotando um fogão, de preferência com muio bacon e carne vermelha.

 

PO – Quem cozinha mais? Qual a função de cada um ? (se é que as coisas são meio organizadas a esse ponto)
Na cozinha ninguém tem uma função específica, quando cozinhamos juntos pensamos no que temos que fazer e nos organizamos para realizar de forma mais prática e eficiente, mas mesmo “nos apertos” não deixamos de rir e nos divertir enquanto trabalhamos. Na gestão do projeto, o clima é de cooperação, mas cada um tem algumas funções mais específicas, porém nada que outro não possa fazer em caso de necessidade.

 

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PO – Como foi colocar esse projeto em prática (o Ogrostronomia passa na TV e na internet?)
O projeto começou em longos papos entre Jimmy e Boris (velhos amigos) na porta do Saloon 79, cujo Boris era sócio. O “insight” do nome foi do Jimmy, e surgiu numa dessas conversas regadas a muita Heineken e Rock’n Roll. Dos primeiros papos até o início do projeto em si, passaram-se uns 10 meses. Logo depois entraram o Betho, em seguida o Guto, e por fim o Neves. Depois por questões particulares, Betho precisou se afastar do projeto.

Na TV, por enquanto apenas o Jimmy, contratado pela Globo, o Ogrostronomia está com vídeos nas redes, mas acreditamos que a TV seja um caminho natural para o projeto.

 

PI – Como é trabalhar com os outros 3, fale rapidamente da sua relação com cada um.

Boris: Somos todos amigos e neste mundo corrido o projeto se tornou nossa liga, cada um tem seu jeito de ser e de agir, mas a amizade e consideração sempre suplantam qualquer eventual diferença na forma de pensar.

Neves: É uma diversão só. Cada um tem o seu senso de humor característico e suas peculiaridades. Estamos sempre “implicando” um com outro, fazendo piadas, todas pesadas e impróprias para este horário, e o mais importante, cozinhando muito. O trabalho é divertido mas também pesado.Jimmy – Não tenho como dizer, na maior parte do tempo estou sozinho na cozinha.

Guto: Conheci metade do grupo no balcão de um bar. Naturalmente a amizade veio depois de muitas garrafaz, mas é empatia que temos um pelo outro a grande responsável do projeto ter decolado, porque se eu não fosse com a cara desses paquidermes eu não dividia nem a mesa onde sentamos, que dirá a cozinha inteira.

 

PI – Qual a comida que mais curte, tipo aquela que não viveria sem.

Boris – Difícil escolher uma comida, principalmente quando falamos do dia a dia, o que posso dizer é que tenho verdadeira paixão por risotos e paellas se tem peixes e frutos do mar eu tô dentro.

Neves – Como o nosso ancião falou, é difícil escolher uma só mas se eu tivesse que escolher uma só, não pensaria duas vezes, o strogonoff da minha madrecita. Além de ser simplesmente delicioso me traz boas recordações de almoços em família quando meu pai ainda era vivo. Sem contar que sempre que eu fazia alguma viagem mais longa sabia que quando chegasse em casa o prato estaria lá me esperando, em proporções cavalares.

Guto – Bife à cavalo. Carnes de um modo geral, mas o Bife à Cavalo é o meu preferido. De vez em quando faço o combo Oswaldo Aranha à Cavalo. Meu cardiologista agradece a preferência.

 

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PI – Qual a bebida que te acompanha em todas as refeições?

Boris – No dia a dia em casa é água mesmo, com a 1º dama um vinho tinto cai bem, no mais cerveja, cerveja, muita cerveja.

Jimmy – Em casa, água gasosa e mate, ambos sempre com suco de limão, na rua cervejas, muitas cervejas.

Neves – Em casa, água ou mate gelado. Com os amigos cerveja, sempre! Muita cerveja. Para algo diferente um bom vinho.

Guto – Cerveja, sempre que puder.

 

PO – Vocês acham que o programa chega a ser polêmico? O que acham pensam sobre isso?
Sinceramente, estamos pouco nos fodendo pra isto, como ogros não gostamos muito de pitacos, mas as vezes pintam umas críticas pesadas e quando vemos o tipo de pessoa que fez temos a certeza, cada vez maior, de que estamos no caminho certo.

 

PO – O que acham da influencia de chefs como Ferran Adriá, Alex Atala, Gordon Ramsay, Jamie Olivier, na Gastronomia Brasileira?
Vários chefs têm influenciado a nossa culinária. Talvez, mais importantes do que nomes, seja o intercâmbio que os chefs e, principalmente, as pessoas que gostam de cozinhar estão tendo com o que acontece no mundo. Os programas de televisão, a internet, a maior facilidade em viajar para o exterior, o acesso a insumos e temperos que simplesmente não tínhamos como comprar, livros, etc… tudo isso permite que novas receitas sejam testadas, receitas antigas sejam revisitadas.

 

Sem falar no nosso acesso a produtos brasileiros que eram desconhecidos por quase todos nós. Tudo isso vem forjando uma cultura gastronômica em nosso país e, sem a menor dúvida, isso é um processo que não vai parar. Ainda vem muita coisa boa por aí.

 

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PI – Quais a referencias gastronômicas dos OGROS?

Boris – Se tivesse que escolher uma cozinha somente, ficaria com a espanhola, não exatamente por ser descendente de espanhóis, mas por nos últimos 2.000 anos a Espanha ter sido ocupada por árabes, franceses, romanos, galegos visigodos etc. É muita mistura de culturas, da Andaluzia a Cataluña, dos Paises Bascos A Galícia existe uma infinidade de ingredientes e receitas, tenho uma boa coleção de livros sobre culinária espanhola, alguns raros, e com receitas de 400 anos atrás.

Jimmy – Minha grande referência como técnica é a cozinha francesa, mas não tenho como não compartilhar da paixão que os italianos têm pela restauração. Mas como todo curioso, os aromas e sabores do oriente são irresistíveis como a maioria das comidas do mundo são. Na verdade, gosto de comida, só isso.

Neves – Tenho um caso de amor com a culinária indiana, asiática e mexicana. Pode-se falar que sou um polígamo com essas cozinhas. Os aromas, cores, sabores, misturas inusitadas e, o melhor, as pimentas usadas me tiram completamente do sério. Nada como um rango mega apimentado para transformar seu dia em um dia melhor!

Guto – minha referência é meu pai. Nunca estudei nem li muita coisa sobre o assunto, mas eu sempre me virei na cozinha como meu pai costuma fazer. Não sou cozinheiro de mão cheia, sou esforçado e tenho fome. Isso por hora me basta para ter vontade de cozinhar e improvisar com o que encontrar na geladeira para se fazer.

 

PO – Qual a maior dificuldade que encontram até agora no caminho da gastronomia? Qual a maior ajuda que já tiveram?
Nossa maior dificuldade é não ter um local fixo para estoque e preparo, sempre que temos um evento externo como feiras gastronômicas por exemplo, temos que improvisar, mas que fique claro, não somos nem queremos ser um serviço de catering ou buffet, fazemos os eventos que tenham identificação conosco.

Falar de uma ajuda ou outra seria injusto, é incrível e recompensador ver a boa vontade das pessoas com a gente, todo dia abrem-se novas portas, as pessoas identificam-se muito com o que fazemos, e talvez seja esse o segredo de tudo.

 

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PO – Como surgiu a idéia da INVASÔES dos Ogros?
Como mencionado acima, queremos provar que não existe nada melhor do que uma mesa com boa comida e boa bebida rodeada de amigos queridos, fazer os eventos foi a melhor maneira que encontramos de colocar isso em prática.

 

PI – Qual o tipo de som que voces curtem? Banda preferida?

Boris – Curto rock clássico, blues, e soul das antigas, também curto jazz de grandes orchestras e Swing. Mas não curto muito virtuosismo, música é pancada no cerebelo, bateu na alma valeu.

Jimmy – Rock é o principal mas curto blues e música clássica entre outros. Entre os músicos que admiro posso mencionar Metallica, Elvis e a maioria das bandas de progressivo.

Neves – Sem dúvida o bom e velho rock n roll é a minha praia. Mas curto, blues, jazz, big bands, até um Asa de Águia de vez em quando me diverte. Agora, a banda que eu mais gosto é AC/DC!!! Simples, visceral, sem frescura e alto!!! Existe coisa melhor?

Guto – Rock, mas só os clássicos dos anos 90 para baixo. Motörhead e Black Sabbath são os que ocupam mais tempo no meu mp3 player.

 

PI – Qual a sua especialidade na cozinha?

Boris – Não tenho especialidades, quando cozinho pra mim ou pra minha família opto sempre por comidas e preparos sadios, quando cozinho em casa pra amigos também navego mais por estas ondas. Quando estou com os Ogros aproveito pra enfiar o pé no Bacon.

Jimmy – Não tenho especialidades, curto muito a técnica francesa, mas gosto de experimentar o tempo todo usando essa base. Gosto de entrar no mercado e ver o que existe de mais fresco entre os vegetais e carnes e construir uma receita nova em cima disso. Fora isso gosto muito de assados de longa duração com peças grandes como pernil e paleta, pode ser suíno de boi ou mesmo um cordeiro, mas a grande verdade é o que disse acima, gosto é de comida.

Neves – Gosto de experimentar, testar novas receitas, mexer nas antigas, experimentar sempre. Mas se é para fazer algo que eu sei que não vai dar erro, todos vão gostar, penso logo em um curry de abacaxi com camarão, um pato com molho de frutas vermelhas ou na nossa receita do chilli burger, esse, sem dúvida, já um clássico dos ogros.

Guto – Eu gosto de omeletes. A versatilidade das coisas que você pode fazer com ovos dá o tom lá em casa.

 

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PO – Qual o programa mais legal e qual o mais “zuado” que fizeram?
Talvez o Mexicano, gravado no terraço do Saloon 79 com certeza um dos mais divertidos, foi muito guacamole, salsa e quesadillas, muita tequila e muita cerveja.

 

PO – Já teve ressaca nas filmagens?
Já fomos filmar de ressaca e já tivemos ressaca no dia seguinte, somos fortes para bebida, e claro quase sempre responsáveis, afinal há de se ficar esperto ao lidar com fogo e facas, de qualquer forma somos grandes pesados e calorentos e cerveja hidrata, simples assim. Apenas uma vez um ogro ficou sem som e sem imagem, mas deixa isso quieto.

 

PI – Se pudessem fazer um almoço ou jantar para alguem especial o que faria?

Já fazemos isto o tempo todo.

 

PI – Uma frase ogra de despedida para nossos leitores.
BuuuuurrrrRP!  … saúde e um grande abraço a todos!

 

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