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Já tomou sua taça de vinho hoje?

Vinho tinto emagrece?

Vinho é uma das bebidas prediletas dos brasileiros.

 

 

Além de ser muito saborosa, você sabia que ela pode ser uma ótima aliada quando o assunto é beleza. Confira a matéria e veja mais um motivo para consumir esta delícia! Quando se fala em vinho, pensamos em muitas coisas. Esta é, sem dúvidas, uma bebida cheia de romantismo, de gosto peculiar e que, segundo algumas culturas, traz diversos benefícios para a nossa saúde.

 

Porém, o que não se pode negar é que o vinho é um grande aliado na luta contra o envelhecimento e redução de medidas. O tratamento conhecido como vinhoterapia é uma técnica que consiste em aplicar em todo o corpo vinho quente misturado a outras substâncias. Uma fonte térmica externa obriga o organismo a aquecer internamente para se harmonizar com o ambiente, proporcionando a queima de gordura e, conseqüentemente, redução de medidas.

 

 

A vinhoterapia se baseia nos benefícios dos polifenóis, substâncias presentes na casca da uva e que são 10 mil vezes mais eficazes que a vitamina E, podendo reduzir em até 85% os famosos radicais livres causadores de rugas. Os polifenóis são antioxidantes que também hidratam e revitalizam a pele, removem células mortas, deslocam placas de gordura e aceleram o emagrecimento.

 

Ela previne o envelhecimento das células, hidrata a pele e tonifica os músculos. Tudo começa com uma esfoliação e o banho dura cerca de 30 minutos. Logo que acaba, a pele já sente os benefícios do tratamento. Algumas massagens com cremes à base de uva também ótimas opções para combater o envelhecimento.

 

• Homens – 2/3 da garrafa ou cerca de 500 ml;
• Mulheres – 1/3 da garrafa ou cerca de 250 ml
• As tintas têm uma maior quantidade de flavonóides do que as brancas ;
• As melhores uvas tintas são: tannat, cabernet sauvignon, nebbiolo, sangiovese
• Age como um antioxidante.

É produzido pelas plantas como uma espécie de antibiótico natural. É encontrado em películas junto à casca dos grãos.

• Conjunto de situações relacionadas ao cultivo das uvas, como qualidade do solo, regime de chuvas, vento e sol.

São esses elementos naturais que dão condições para que as uvas possam florescer e amadurecer adequadamente. Cada região do mundo tem um terroir diferente.

• Previne o câncer, principalmente o de próstata e de mama;
• Combate o colesterol ruim e produz o colesterol bom;
• Indiretamente combate doenças degenerativas, como osteoporose e Alzheimer Problemas relacionados à obesidade;
• Uma equipe de cientistas da Harvard Medical School já comprovou a redução dos níveis de diabetes em ratos.

Os resultados precisam ser observados em humanos. Ainda não se sabe como seria a ingestão, se em cápsulas ou somente com bebida.

• Quando ingerido em demasia, pode levar ao alcoolismo.
• Não pode ser ingerido por diabéticos sem se alimentarem.
• Desde a Grécia antiga, o vinho é usado no tratamento de doenças.
• Na Bíblia, a bebida é a imagem figurada da presença de Jesus.
• As primeiras videiras são da região do Irã, no Oriente Médio. Depois, foram levadas para a Grécia, Itália e depois se espalharam para Alemanha, Inglaterra e Portugal. Por muito tempo, a Itália foi conhecida como enotria, a terra da uva.
• Nos Estados Unidos, os fabricantes conseguiram veicular nos rótulos do produto a inscrição: “Consulte seu médico sobre o uso moderado do vinho”.

 

Estudo mostra que Vinho emagrece!

 

Pesquisa inédita de Harvard mostra que consumo de vinho
pode combater efeitos relacionados à obesidade.

 

 

Que o vinho é bebida dos deuses não é novidade para ninguém. Entre pagãos ou cristãos, ele sempre teve lugar de honra nos banquetes, e uma série de descobertas científicas vêm indicando que o consumo da bebida pode trazer longevidade para os mortais. “Desde os primórdios da civilização, o vinho ocupa um destaque tanto social quanto científico”, afirma o cardiologista e enófilo Paulo Vianna.

 

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A mais recente descoberta da Escola de Medicina de Harvard e do Instituto Americano de Envelhecimento mostra que a bebida também pode combater efeitos maléficos relacionados à obesidade. Embora cauteloso em relação ao efeitos em seres humanos, o cientista David Sinclair – que comanda uma equipe de pesquisadores da instituição –, em entrevista ao Bem Viver, falou dos resultados positivos da ingestão da bebida por cobaias. O próximo passo deverá ser a observação em seres humanos. “Se comprovados, esses benefícios serão um achado espetacular”, afirma Paulo Vianna, que alerta que diabéticos não podem ingerir a bebida alcoólica antes de se alimentarem.

 

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A equipe de cientistas de Harvard demonstrou que a substância previne os efeitos maléficos em ratos cuja dieta é rica em calorias. Indicadores fisiológicos – como o nível de sensibilidade à insulina – ficaram semelhantes ao grupo com uma dieta menos calórica. Um dos principais responsáveis é o resveratrol, substância que pode ser encontrada na casca da semente de uvas e no vinho tinto. “O resveratrol e moléculas com propriedades similares podem ser valiosas ferramentas na pesquisa de reguladores no balanço de energia, saúde e longevidade”, comenta o pesquisador, que teve o trabalho publicado na revista científica Nature.

 

Os estudos estão em andamento e David Sinclair lembra que para chegar a esses resultados as cobaias ingeriram doses superconcentradas. “O estudo mostra que uma pequena molécula disponível oralmente em doses ministradas em humanos pode seguramente reduzir muitas das conseqüências negativas do consumo de calorias em excesso, com melhoria considerável na saúde”, conclui.

 

O Paradoxo Francês, um dos primeiros estudos que apontam os benefícios do vinho, foi feito pelo professor da Universidade de Bordeaux Serger Renaud, na década de 1960. Foi observado que franceses, embora tivessem uma dieta rica em queijos, gorduras e foie gras (patê de fígado de ganso), não apresentavam problemas cardíacos em função do consumo freqüente de vinhos. Isso porque, na composição da bebida, encontram-se, além de água, álcool e ácidos orgânicos provenientes da fermentação do suco de uvas. Também é um alimento composto por açúcares (glicose e frutose), vitaminas A, B e C, além de sais minerais.

 

Com base nessa rica composição, muitos especialistas indicam o consumo moderado da bebida – cerca de duas taças por dia – para prevenção de problemas cardíacos. Em um estudo cujos resultados foram divulgados em 2003, David Sinclair e equipe pesquisam os efeitos positivos do resveratrol no processo de retardamento do envelhecimento das células, redução dos riscos de câncer, de problemas no coração e outras doenças relacionadas à idade. Pode agir também em proteínas, entre elas a chamada p53, que interferem no processo natural de morte das células – descoberta importante para tratamentos de combate aos focos cancerígenos, de acordo com informações do pesquisador.

 

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