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Ano novo, novas receitas

A virada do ano já passou e provavelmente você

já pensou no que quer fazer de diferente em 2016.

 

 

 

Se você é organizado, talvez até tenha escrito item por item em uma nova agenda, ou começado já a colocar em prática suas resoluções. Há uma boa chance também de você não ser esse tipo de pessoa, achar que tudo isso é besteira e decidir que vai só surfar a onda que vier. Sem problemas. Cada um, cada um.

 

Eu, por minha vez, comecei o ano apenas limpando, organizando coisas e fazendo a roda girar. Doei 55 peças de roupa, mais de uma dezena de apetrechos de cozinha, etiquetei armários, reorganizei fotos, limpei livros e já li dois que estavam à espera na longa lista de leitura. Arrumei tudo o que estava quebrado, mandei dedetizar a casa e pintar umas paredes, consertei roupas necessitadas. Ah, depois de anos, também comecei a usar a esteira da academia do prédio e já faz uma semana que faço caminhadas diárias de 2 quilômetros. Doar o que não se precisa e usar tudo o que se tem limpa mais o cérebro do que uma boa faxina com Q-Boa e Bom-Bril (o que também fiz muito neste mês, aliás).

 

Também criei um espaço novinho para os (ainda poucos) livros de culinária que comprei ou ganhei nos últimos anos: uma estante linda, da cor da minha parede, que abriga, agora, de volumes clássicos – uma edição atualizada do “Dona Benta”, por exemplo – até obras de chefes-modinha, como “A Cozinha Italiana do Cake Boss”, passando por vários exemplares específicos sobre pães e doces (é claro!).

 

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A arrumação dos livros me fez pensar de novo no “usar o que se tem” e tomei mais uma “decisão-de-Ano-Novo-pra-se-começar-já”: me comprometi – comigo mesma e com os meus apetrechos culinários – a escolher uma receita de cada livro (e de cada apostila) que tenho para executar neste ano.

 
Foi uma decisão gostosa, confesso: colocar seus livros para cumprir sua verdadeira missão nessa vida.
Alguém mais se habilita?

 
(PS: Num próximo texto posso contar as receitas que escolhi para fazer)

 

 

Outros textos da autora:

Gastronomia Afetiva
Sobre cozinhar e sujar ou “as duas tampas da laranja”
Criança, culinária e presente

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