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Alhomel conquista mercado nacional

O Alho Negro não é uma espécie exótica e também não é geneticamente manipulado. É aquele mesmo alho que você conhece, transformado por um demorado processo de fermentação e envelhecimento em equipamentos projetados especificamente.Rômolo Letteriello, produtor

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Romolo Letteriello

 Alhomel, de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, produz o alho negro, o comercializa para todo o Brasil. Com produção atual de 150 quilos por mês, com potencial para 700, e contando com distribuidores oficiais em Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná, a marca concentra suas atividades comerciais em São Paulo. Quem comanda as atividades na capital paulista é Lorane Letteriello, filha de Rômolo Letteriello, o produtor sul matogrossense.

 

Hoje em dia, com uma estufa feita de alvenaria e vaporizador profissional, é capaz de manter temperatura e umidade controladas, os principais ingredientes para o preparo dos alhos negros. Esses, vendidos em empórios gourmets e enviados diretamente para chefs, caso da banqueteira Angélica Vitali, especialista em gastronomia molecular, Marcelo Miranda especialista em carnes, Lucius Gaudenzi especializado em cozinha moderna, são grandes divulgadores do trabalho de Rômolo.

 

Parceira da empresa desde o começo, Angélica gosta de utilizar o produto pelas possibilidades de brincadeiras de textura. “Eu venho da gastronomia molecular, que tem como principal característica a transmutação dos ingredientes para formas não convencionais”, explica. “O alho negro, ainda que não sofra nenhuma interferência química, é um exemplo de surpresa, quando apresentado em pratos, simulando outros ingredientes.”

 

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Angelica Vitali, bacalhau com lâminas de alho negro

 

Um dos maiores exemplos da personal-chef, o bacalhau (cuja receita pode ser conferida nessa edição) utiliza o alho negro no lugar das azeitonas pretas. “Quando lamino o alho e coloco em um preparo com o pescado, consigo substituir a azeitona em aparência, e ainda garantir a surpresa do comensal”, conta Angélica.

 

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Chef Marcelo Miranda, pernil de cordeiro com ervas e alho negro

 

Chef Marcelo Miranda, um dos primeiros a trabalhar com Alhomel no sul do brasil, utiliza em vários cursos e receitas o produto. “Já trabalho em parceria com Alhomel já algum tempo, e nos meus cursos de churrasco utilizo sempre seus produtos e surpreende bastante as pessoas“.

 

 

A coloração negra do alho é obtida por meio do controle de temperatura e umidade em estufa. Doce, frutado e macio. Quem diria que essas seriam qualidades atribuídas a um alho? Um processo originário do Oriente para fermentação e envelhecimento do bulbo comum (Allium sativum) traz nova cor à mesa. Com casca dourada e dentes escuros, pode levar a pensar que foi queimado ou está apodrecido. Mas, tal como vinho, o alho negro fica ainda melhor com o passar do tempo quando se tomam alguns cuidados.

 

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Chef Lucius Gaudenzi, com arroz com tentáculos de polvo, bottarga e alho negro

 

A história faz segredo sobre a procedência da técnica de preparo do alho negro, assim como fazem aqueles que dominam o processo. O que se sabe, no entanto, é que coreanos e japoneses disputam o posto de criadores da iguaria. Na Coreia, foi introduzido como suplemento na dieta por conter alto teor de antioxidantes, substâncias benéficas à saúde.

 

 

Na internet, há referências sobre um pesquisador japonês que teria “inventado” o tal alho em 2005. E foi justamente no Japão que o famoso chef espanhol Ferran Adrià o teria provado pela primeira vez, em 2007. De concreto mesmo, somente há a certeza de que o ingrediente é novo tanto para os orientais quanto para os ocidentais e que só agora, atraindo os olhares do mundo, escreve seu primeiro capítulo.

 

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Produtos Alhomel

 

Curioso, inovador, e sempre muito estudioso, Romolo Andreoni, que por diversos anos foi proprietário de fábrica de equipamentos de refrigeração, com absoluto domínio nesta área, entre outras, descobriu a existência do alho negro, se apaixonou pela iguaria, e tão logo deu início ao trabalho de pesquisas. Em pouco tempo criou a própria estufa (equipamento apropriado ao processo de envelhecimento a que passa o alho), iniciando a fase de testes em seguida. Dentro de alguns meses, as experiências obtiveram grande êxito e, com sucesso, o alho negro passou a ser produzido por Romolo, em Campo Grande/MS e em todo Brasil conquistando tanto paladar dos comensais como dos chefs de cozinha.

 

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Cupcake de bluberry, coentro e alho negro

 

 

Alhomel Natural SAC : +55 (11) 2737-9935
Pedidos: vendas@alhomel.com.br
Loja Virtual: http://alhomel.tudonavitrine.com.br/
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Fonte: por Tulio Silva | Prazeres da MESA

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